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Sworn to the Shadow God de Ruby Dixon [Resenha]

Ola leitores,

Acabei de ler o livro Sword to the Shadow God da autora Ruby Dixon e vim a correr escrever a minha opinião sobre ele! Vou tentar não dar muitos spoilers, prometo.
Eu li o primeiro livro desta serie (Bound to the Battle God) no inicio do ano e rapidamente tornou-se um dos meus livros favoritos. Não sei se o li na altura certa, pois estava a precisar/procura de um bom livro de fantasia/sobrenatural ou se as minhas expectativas para o livro eram tao baixas (a capa é horrível, feia que dói, dando uma ideia totalmente errada sobre o livro) que acabei por meu surpreender pela positiva.
Mas vamos voltar a falar sobre o #2 livro – Sword to the Shadow God – que eu também gostei muito. A capa mais uma vez é horrível. E sim, o livro é gigante, mas eu admito que adoro livros grandes, ainda para mais quando eu estou a gostar da historia. Nunca quero que acabe! Serei a única assim? Eu li este livro em três dias (ferias, pessoal!) e deixem que vos diga que custou um pouco, os meus olhos acabaram por doer, isto porque o li em formato ebook no telemóvel. Mas estou arrependida? Nem pensar.
Eu ja estava à espera de um livro sobre este deus, pois ele foi introduzido no final do primeiro livro, portanto não foi nenhuma surpresa. O que me surpreendeu foi ter gostado tanto do livro. Admito que ainda guardo o primeiro livro num lugar especial no coração (e na biblioteca do telemóvel), mas o segundo esta muito perto.
Rhagos é o deus da morte e claro que isso faz nos logo lembrar de Hades, não é? Mas enganem-se se pensam que este livro tem alguma coisa a ver com a historia de Hades e Perséfone. Neste livro, Rhagos apaixona-se pela heroína, Max, um humana totalmente normal, algo nerd e que por vezes fez-me querer puxar-lhe os cabelos quando praticamente esteve o livro todo sem perceber Rhagos. Cheguei a pensar que ela era mesmo parva, com certeza ingénua e uma espécie de paz e amor, mas depois ate acabei por a entender.
A Max é humana, atirada para um mundo de costumes diferentes, e até conhecer Rhagos ela não sabia sequer o que era um deus/aspecto. É fácil para nós leitores, conseguirmos ver o plano completo mas talvez se estivesse no lugar dela fosse igual (ou talvez pior).
Admito ainda que o Rhagos me enganou bem no inicio do livro, apesar de não ter demorado tanto tempo como a Max a perceber que Aspecto ele era, ainda estive algumas paginas em duvida. Ele é muito bom no que faz.
‘Ignora as minhas palavras e toma atenção às minhas ações’* foi a primeira coisa que Rhagos disse que me fez questionar tudo. E pobre Rhagos, pois ele cansou-se de dizer isto durante o livro.
Senti-me um pouco frustada ao ver a facilidade com que a Max o perdoou, apesar de todas as mentiras dele, esperava uma Max pelo menos um pouco zangada. Mas okay, ela estava muito apaixonada e blah blah blah, sendo uma pessoa dócil, eu ate acabei por perceber.
Adorei como a autora explica no final que ela se inspirou na personagem de Kylo Ren de Guerra das Estrelas para Rhagos, e no final consegui visualizar isso, ate porque Max passa o livro a dizer que Rhagos é lindo, mas tem um nariz algo largo, assim como uma boca um pouco grande, mas que no conjunto ele é absolutamente um deus. Mas apesar de ela ver Rhagos como um Adam Driver, a autora deixou bem claro que Max não tem nada a ver com a Rey! O que vocês acham disto?
* tradução livre de ‘Ignore my words and a pay attention to what I do’

e-mail: booksbytheana@gmail.com

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